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sábado, 18 de junho de 2011

Cisne Negro (Black Swan)


Só o título do longa já atrai inúmeros espectadores, e quando estes sentam em frente às telas para desfrutar do trabalho incrível do diretor Darren Aronofsky, vem a surpresa. Uma obra prima.

Sinopse:
 'Cisne Negro' é um thriller psicológico ambientado no mundo do balé da Cidade de Nova York. Natalie Portman interpreta uma bailarina de destaque que se encontra presa a uma teia de intrigas e competição com uma nova rival interpretada por Mila Kunis. Dirigido por Darren Aronofsky (O Lutador, Fonte da Vida), Cisne Negro faz uma viagem emocionante e às vezes aterrorizante à psique de uma jovem bailarina, cujo papel principal como a Rainha dos Cisnes acaba sendo uma peça fundamental para que ela se torne uma dançarina assustadoramente perfeita.

O diretor foi incrivelmente feliz com os resultados de seu trabalho em Cisne Negro, cada detalhe e informação passada ao espectador ao longo do filme, o faz pensar mil e uma coisas, até se dar conta do que realmente está acontecendo com Nina (Natalie Portman, que vale frisar, sou um admirador). Uma trama muito bem fundamentada e perfeitamente desenvolvida nos leva ao incrível mundo do Balé e à mente confusa da protagonista.

O elenco está, em todos os quesitos, à altura desta produção. Natalie Portman (The Swan Queen), Vincent Cassel (Dono da Companhia de Balé, e atuou em “Doze homens e outro segredo”, aliás, um ótimo trabalho feito por ele lá também); e claro, não deixaria de comentar a incomparável participação da bela Winona Ryder como Beth Macintyre, a Swan Queen substituída pela ‘Little Princess’ Natalie Portman em seu papel de Nina Sayers. Até Meryl Streep foi cotada para o papel de Erica Sayers (Mãe de Natalie Portman no longa), porém a sensacional Barbara Hershey deu conta do recado direitinho.

O filme tem ainda uma carga perfeita de efeitos especiais, não que tenha precisado de muito, aliás o trabalho do elenco torna os efeitos completamente desnecessários, pois sabem como fazer cada cena se tornar real. O fato é que não há excesso nem falta de efeitos especiais. É na medida correta, e muito bem produzidos. Um ponto G para estes efeitos é a cena da transformação de Nina (Natalie Portman) em Cisne Negro. Fantástico.

O longa conta ainda com uma trilha sonora clássica contagiante, envolvente e apavorante.

Em uma palavra: Grandioso!

TRAILER:

video


Fica a dica para quem ainda não assistiu. Bom filme.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A Garota da Capa Vermelha

É… eu já imaginava que seria uma adaptação do conto de fadas “A Chapeuzinho Vermelho”. Aliás, li em algum lugar que os diretores de cinema estão recontando as histórias das princesas etc, porém estão alterando os títulos porque, dizem as más línguas, que as meninas de hoje em dia não querem mais ser princesas, e sim, meninas descoladas que não esperam mais pelos seus “príncipes”, elas vão em busca deles.

Então, por este motivo, também não imaginei que a história seria contada na íntegra, como é o conto em que se baseia. O fato é: Eu gostei bastante da adaptação. É moderna e possui um leve terror e suspense envolvidos na medida certa.

Alguns personagens do conto original estão bem vivos dentro da história, e alguns sofreram grave adaptação, exemplo ímpar disso é a própria “Chapeuzinho”, ou eu diria “A Garota da Capa Vermelha”. Ela é bonita, loira, inteligente, e desejada pelos galãs do vilarejo em que vive.
O lobo também sofreu mudanças drásticas dentro da história do Diretor, ele não usa calça, nem anda sobre duas patas como nas historinhas, mas sua inteligência foi intensificada, e seus dons não ficaram para trás. Ele é, agora, mais forte e veloz do que nos contos de fadas.

Os motivos para o lobo querer a “Chapeuzinho Vermelho” são bem mais complexos do que a simples fome.

O filme é muitíssimo bem produzido, cada cena bem ensaiada, e os momentos de susto cumpriram bem suas funções. Eu teria somente uma reclamação: A morte do lobo poderia ter sido escrita de maneira diferente, dramatizando mais e não ter sido tão estúpida. Se não se importam que eu conte, eu vou contar. Existe um Padre “salvador e caçador de monstros”, vale dizer que este padre é só balela, não tem nada de caçador, tá mais pra donzela. Nem mesmo conseguiu dar conta do “Lobinho”. Enfim, o tal do Padre tem uma mão com unhas postiças de prata, e a perde em uma briga com o Lobo. A Chapeuzinho vai lá, pega a mãozinha e em um momento distante, mata o lobo com isso. Oi?
O filme mostra uma espada enorme da dinastia não sei do quê, toda de prata entre outras coisas, que o "Padre salvador da pátria" trouxe de onde veio, e a Chapeuzinho usa a unha do Padre pra matar o lobo?

Eu classificaria essa cena como o momento mais estúpido do filme. Fora que ela não se sente nada mal por ter matado o lobo, levando em conta quem ele é. Mas isso não vou contar!

Quanto ao resto do filme, digo, a história, já se tornou clichê. As garotas pops e descoladas de hoje em dia, não gostam mais dos mocinhos, elas querem os vilões. Isso é fato. Todos os filmes que tenho assistido, essas meninas estão taradas por lobisomens, vampiros, Restart, ou qualquer outra coisa que não seja normal.



O elenco é um tanto desconhecido, só a atriz Amanda Seyfried é notável. Porém, o restante até que cumprem suas funções. O problema é a diretora Catherine Hardwicke (Crepúsculo, Aos Treze). Talvez seja preconceito pelo filme Crepúsculo, mas não gosto do trabalho dela.

Em suma, o filme tem um roteiro muito bom, e efeitos excelentes. Eu reescreveria algumas cenas, como a da morte do lobo, mas esse papel não cabe a mim.

“Interessante é perceber que crescemos escutando versões suavizadas da fábula de Chapeuzinho vermelho, que servia de alerta às jovens ingênuas para os perigos que a vida oferecia. O filme retoma esta icônica história de medo, que tem elementos universais como a capa, a floresta e o temor de lidar com o inesperado: um lobo que consegue falar com a protagonista. Entre tantas interpretações, duas delas cabem ser ressaltadas neste texto, que é o fato da fábula representar o medo diante do desconhecido e a dúvida diante do fato de que o mal representado pela figura do lobo pode ser alguém muito próximo a você. Neste caso, o que fazer? Esse é o diferencial do filme, que aborda de maneira inovadora a fábula universal da menina que sai pela floresta para levar doces para a sua vovó. Na trama, por sinal, a vovó é apenas chamada por este vocativo, não tendo o seu nome representado na personagem”. Leonardo Campos.
TRAILER:



Se eu assistiria mais uma vez?
- Sim, eu assistiria. Apesar da diretora, o filme é excelente.