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terça-feira, 3 de janeiro de 2012
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
O Chamado da Floresta - Jack London
Jack London (1876-1916), que tentou a vida no garimpo em 1897, narra neste romance as aventuras de Buck, o privilegiado cão doméstico de uma família californiana. Em meio à febre do outro, Buck é roubado de seu ambiente e contrabandeado para o Alasca. No caminho, sofre uma série de maus-tratos, até que encontra refúgio em uma irmandade de cães e, assim como os corajosos garimpeiros, vê-se na necessidade de adaptar-se à vida selvagem. Buck entra em contato com sua natureza primitiva, em uma jornada de autoconhecimento, e redescobre seus instintos. O Chamado da Floresta, publicado no formato de folhetim em 1903, deu fama mundial a Jack London e é talvez o romance mais difundido da literatura norte-americana: entre uma e outra aventura em uma das paisagens mais hostis do globo, o leitor é levado a reavaliar seus princípios de civilidade, lealdade e liberdade.
Jack London foi indiscutivelmente superior ao escrever O Chamado da Floresta. Em sua narrativa fantástica, o conturbado momento da vida de Buck, é contado de maneira tão clara e envolvente que eu diria ser palpável. Por vezes senti vontade de esticar uma das mãos e sacudir a cabeça de Buck para acariciá-lo, da mesma maneira que às vezes sentia vontade de lhes ser indiferente por conta de suas ações maldosas.
O autor, em sua obra, não poupa personagens de seus, muitas vezes tristes, destinos. Muitos dos outros cães que Buck acaba por conhecer enquanto é contrabandeado para o Alasca, quando não conseguem rapidamente se adaptar ao seus novos tipos de vida, diria Selvagem, terminam tendo que pagar com a própria vida, pois só os mais aptos conseguem se manter aquecidos no inverno incansável de uma das partes mais frias do planeta. E Buck é jogado neste ambiente tão rápida e inesperadamente, quanto se adapta a ele e descobre suas verdadeiras origens selvagens.
A história me deixava tenso e muitas vezes triste com o que Buck passava para se adaptar à nova vida, mas eu logo era empolgado por suas conquistas merecidas. Buck me ganhou em sua trajetória e com sua força e coragem, e quando o ponto final foi colocado em sua última página, eu quis poder ler mais sobre este corajoso e insubstituível cão, e também fiquei contente com seu destino.
Os personagens descritos pelo autor, envolvem o leitor desde o momento em que surgem, e deixam saudades mesmo antes de deixarem as páginas do livro para dar espaço a um novo membro do grupo que logo ganha o apreço do leitor mais uma vez. A história de Buck é cheia de novos e antigos conhecidos que passam por sua vida e a deixam tão rápido quanto chegaram, e Buck é obrigado a descobrir da maneira mais dura possível que a morte, entre outras formas de partidas, é simplesmente inevitável, e que todos são obrigados a seguir em frente, apesar da dura realidade da perda.
Em poucas palavras: Uma obra rara. Magistral.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
O Vencedor está Só - Paulo Coelho
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Sinbad e o Minotauro
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Zumbilândia?
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Beber Jogar F@#er - Andrew Gottlieb

Beber, Jogar, F@#er
A Jornada de um homem em busca de diversão na Irlanda, Las Vegas e na Tailândia.Sinopse: Em "Beber, jogar, f#@er", Bob Sullivan, traído e abandonado por sua mulher, parte em uma jornada em busca da felicidade - e da liberdade. Desiludido, Sullivan nos convida a acompanhá-lo em farras homéricas e algumas confusões com que todo homem sempre sonhou: encher a cara na Irlanda, apostar até as calças em Las Vegas, e dar asas a seus desejos proibidos na Tailândia. A única regra é não ter regras.
Em primeiro lugar, quero pedir as devidas desculpas a quem esperava a resenha de O Vencedor está Só, já que este livro do Paulo Coelho está colocado ali como o qual estou lendo. Isso é fato, estou terminando a leitura de O Vencedor está Só, mas eis que surge de repente o Beber, Jogar, F@#er, e não me perguntem o porquê do meu súbito interesse em lê-lo antes mesmo de terminar o livro que lia.
A questão é que este é um livro de leitura rápida – Li em pouco mais de um dia – e talvez por isso eu tenha atropelado Paulo Coelho e atrasado a leitura daquele livro em 24h.
Vamos à resenha.
Bob Sullivan é aquele cara certinho, com uma carreira de sucesso, casado, com uma ótima casa em um bairro familiar, vivendo entre vizinhos comuns, tendo uma vida comum. É então que sua Mulher, aquela que ele sempre fez de tudo para agradar, resolve dar um chute em seu traseiro, e dizer que quer viver a própria vida, e que não está feliz no casamento.
Um balde de água fria é pouco pra dizer o que ela jogou no casamento deles, mas Sullivan resolve enterrar a tristeza e dar a volta por cima. É então que ele resolve buscar o considerado paraíso para uma boa parte da população mundial, aliás, quem não pensa em abusar das melhores cervejas servidas por aqueles incríveis bares irlandeses, ou ainda apostar muito, mas muito dinheiro nos cassinos de Las Vegas e quem sabe ganhar uma boa grana com isso, e por fim, desfrutar do grande prazer de estar em terras tailandesas, as quais muitos chamam de paraíso do sexo?
É... Bob Sullivan é o cara que, com a ajuda da sua “querida esposa”, resolveu saltar para essa liberdade e desfrutar de tudo o que a vida tem a lhe oferecer.
Um livro que possui uma escrita excepcionalmente fácil te leva a terminá-lo quase que instantaneamente. Andrew Gottlieb conta esta história incrivelmente bem, de forma a nos fazer dar boas risadas das encrencas enfrentadas pelo protagonista, e também invejar uma viagem a lugares únicos no mundo.
Ao longo dessa jornada, Bob encontra pessoas que jamais encontraria dentro do universo de seu casamento, e quem sabe poderia se apaixonar novamente ao longo desta busca despretensiosa pelo novo.
É uma pena o livro terminar tão cedo, eu o leria por mais algumas centenas de páginas facilmente. A questão, é que acabamos nos identificando bastante com os pensamentos e questionamentos de Sullivan, e isso torna a obra mais interessante.
Muitos devem notar a semelhança entre este título e o escrito por Elizabeth Gilbert – Comer Rezar Amar -, isso mesmo, aquele que se tornou filme e acabou sendo protagonizado pela atriz Julia Roberts – um filme bem chato. Elizabeth seria a esposa que teria dado um chute no traseiro do nosso autor aqui? O que acha?
Uma leitura que recomendo muito, e não só para os homens, mas também para as mulheres, principalmente para as mulheres. Tenham uma visão melhor do que é ser homem. (risos).
Boa leitura a todos.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Steve Jobs no Cinema
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| Clooney - Jobs - - Noah |
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Agora eu Morro - Fabio Brust

quinta-feira, 10 de novembro de 2011
A Onda
Os alunos começam a ter atitudes e reações que direcionam aos pontos iniciais de regimes políticos extremos autocráticos.
Um garoto com uma vida social conturbada, sem apoio familiar, com poucos amigos na escola, e um alto grau de reprovação por conta dos demais colegas de classe, este se torna um adepto incondicional do movimento proposto pelo professor (líder), pois é no grupo que ele encontra abrigo para a resolução de seus problemas, fato que o torna intolerante para a aceitação de que seu professor, Raines, renunciara ao cargo de líder da A Onda, fazendo-o direcionar-se para a autodestruição. Suicídio.quarta-feira, 26 de outubro de 2011
A CONSTITUCIONALIDADE DO EXAME DA OAB.

terça-feira, 25 de outubro de 2011
A Arte da Guerra - Sun Tzu

Eu ainda não tinha me interessado por fazer uma resenha sobre esse livro incrível, mas com a dúvida de uma amiga, resolvi resenhá-lo de forma clara.
Tenho o maior prazer em lhes oferecer a resenha deste livro pelo qual eu sou apaixonado, que é A Arte da Guerra.
Em primeiro lugar, ele não é um livro de histórias, e sim um livro baseado em ensinamentos do General Sun Tzu, ensinamentos de estratégias de guerra da época em questão, mas que são muitíssimo usadas nos dias atuais sendo adaptadas para a vida e desafios que cada um enfrenta no seu dia-a-dia. Antes que você, leitor, pense se tratar de um livro de auto-ajuda, me antecipo e digo que é mais que isso. Para alguns, é considerado uma Bíblia estratégica, pois é algo que você deve ter ao lado e ler sempre que não souber como enfrentar um desafio.
Em poucas palavras, Insubstituível.
Sun Tzu disse:
"(...) tenham como princípio que só pode ser vencido por erro próprio e que só atinge a vitória por erro do inimigo".
Leia-o sem medo ou receio, e depois me diga o que achou. Uma coisa eu garanto, não se arrependerá.
Grande abraço.






























